Nov 3
Sep 29
| CIDADE DE S. PAULO | Enchentes em S ão Paulo: Décadas de 50 e 60 ( com ônibus )
Assunto: | CIDADE DE S. PAULO |: Enc: Enchentes em S ão Paulo: Décadas de 50 e 60 ( com ônibus )
Para aqueles que gostam da História das cidades ( e dos ônibus também !!! )
Marginal Tiete 1960
Túnel do Anhangabaú 1963
Av 9 de Julho
Vale do Anhangabaú 1967Rua Teixeira Leite 1956Av Cruzeiro do Sul 1957
Sep 10
A Ladra Estela ... por OLAVO DE CARVALHO!!!
Subject: A Ladra Estela ...por OLAVO DE CARVALHO!!!.
Date: Thu, 9 Sep 2010 11:24:47 -0300
Date: Thu, 9 Sep 2010 11:24:47 -0300
REPASSANDO COMO RECEBI
Já está tão conhecido que nem surpreende mais... e ela participou de vários cargos públicos...
A Ladra Estela (DILMA ROUSSEFF)...por OLAVO DE CARVALHO!!!.
A Ladra Estela (DILMA ROUSSEFF)...por OLAVO DE CARVALHO!!!.
Repasse
Isso é uma vergonha!!!!!!!!!!!!!!!!!
Está rolando na Rede!
| Infelizmente os Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (Policiais, Professores e Demais) devem votar nesta "Cidadã"... |
Jun 19
"Em nome de um Estado praticante de uma política de hegemonia ideológica”
Do Livro Negro do ComunismoÉ exatamente em nome de uma doutrina, fundamento lógico e necessário do sistema, que foram
massacrados dezenas de milhões de inocentes sem que nenhum ato particular possa lhes ser censurado, a menos que se
reconheça que era criminoso ser nobre, burguês, kulak, ucraniano, ou mesmo trabalhador ou... membro do Partido
Comunista.
Apr 21
From: l.dufaur@gmail.com
Castelos medievais
CASTELOS MEDIEVAIS: Austeridade, luta e grandeza, o apanágio de Ronneburg
Subject: CASTELOS MEDIEVAIS: Austeridade, luta e grandeza, o apanágio de RonneburgFrom: l.dufaur@gmail.com
Castelos medievais
CASTELOS MEDIEVAIS: Austeridade, luta e grandeza, o apanágio de Ronneburg |
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Austeridade, luta e grandeza, o apanágio de Ronneburg Posted: 20 Apr 2010 06:40 AM PDT
No castelo Ronneburg não longe da fronteira com a Áustria, pude dar-me conta do que é um autêntico castelo medieval. Diferentemente dos castelos renascentistas — Fontainebleau, Chenonceau, mesmo Versailles e tantos outros — que à primeira vista nos encantam pela beleza, arte e bom gosto, o impacto produzido na sensibilidade por Ronneburg é de austeridade, luta, grandeza trágica e sublimidade.Já a acolhida foi impactante. O fato de não haver turistas foi uma circunstância altamente favorável para podermos sentir mais autenticamente a alma do castelo. Sim, Ronneburg tem alma, porque a alma da Idade Média ainda se faz presente ali.
Em Ronneburg percebem-se as características potentes do apogeu medieval (séc. XIII) como que latejando de vitalidade.Os aspectos estuantes de energia, fortaleza e vida que se vislumbram nesse castelo, a seu modo um símbolo da Cristandade de outrora, produzem um frêmito de alegria e entusiasmo.Ronneburg é uma portentosa amostra da luta contra os fatores adversos, que a civilização cristã teve que vencer e superar para realizar-se. O castelo ainda evoca os combates contra as incursões inimigas, pobreza dos meios, dificuldade das construções e da sobrevivência numa natureza árdua; também a sublimidade das almas penetradas por uma fé que move as montanhas, com a inocência de uma criança e a determinação de um guerreiro. As muralhas do castelo com suas seteiras dão testemunho da vigilância e da prontidão de espírito que era preciso ter para viver naquela época, a um tempo terrível e sublime.
A construção do castelo deu-se antes do ano 1231, numa colina escarpada, durante o reinado de Gerlach II, da dinastia dos Staufen. É dessa época a “grande adega de vinhos”. A base da portentosa torre de pedra, com o calabouço, data da metade do século XIII.Os habitantes das regiões circunvizinhas — Budingen, Selbold e Eckartshausen — tinham a seu cargo, cada uma, manter partes do castelo, mas possuíam também o direito de nele se refugiar, em caso de perigo. Ao longo dos séculos Ronneburg passou por todo tipo de vicissitudes e transformações: foi sede de governo comunal, sofreu incêndios, teve partes demolidas e outras construídas, serviu como praça forte, como refúgio dos camponeses das redondezas durante ataques inimigos, e até como prisão de bandidos, guardando entretanto as marcas indeléveis de sua origem.Um dos problemas que os construtores tiveram de enfrentar era o de abastecer de água o castelo. Para isso foi perfurado um poço, que até hoje lá se encontra, com cerca de 100 metros de profundidade, três vezes maior que a altura da torre.
O nível da água encontra-se a 12 metros no fundo do poço. Fizemos a experiência: da borda do poço, jogamos uma pedrinha e demorou um bom tempo para ouvirmos seu choque com a água. Lá está todo o aparelhamento de cordas, sarilho e balde adequados para retirar a água. As dependências reservadas à família do castelão são naturalmente mais cuidadas, e já indicam sintomas da civilização requintada que então nascia. Mas a cozinha originária, com sua rusticidade e seu enorme pitoresco, ainda permanece.As janelas gradeadas põem em evidência a preocupação com a defesa do castelo, tão necessária naqueles tempos de perigos e de lutas, de fé e de heroísmo.A beleza que sobressai em Ronneburg não é a da arte, mas sim a das almas fortes e piedosas que produziram o apogeu da Idade Média, época que mereceu do Papa Leão XIII o magnífico elogio: “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados, [...] a influência da sabedoria cristã e sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas a categorias e todas as relações da sociedade”.
(fonte: Gregorio Vivanco Lopes, em “Catolicismo”, fevereiro de 2010)
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