Confederação e separação no caso paulista

A questão que envolve a secessão de uma determinada região de um país ou Estado e a formação de uma nova unidade administrativa é quase sempre motivo para enormes polêmicas. E não sem justa causa há tanta discórdia.

No Brasil, vemos casos como mais recentemente foi anunciado por parte da mídia do país, a situação enfrentada pelo Estado do Pará, um dos mais tradicionais da América portuguesa desde os tempos colonias, quando o Grão Pará e Maranhão foram junto com o Estado do Brasil uma das administrações implantadas nessas terras quando ainda fazia parte da pátria de Camões. Lamentavelmente o Pará vive uma situação extremamente dificil. Ineficácia na segurança pública - sobretudo - entre tantos outros temas, como educação e saúde tiram os ânimos de quem vê a situação paraense. Tudo isso fruto da ineficiência de uma administração central governar um Estado do tamanho do Pará. A solução então proposta: dividir o Estado.

- Dividir !?Não. Não pode.

- Por que não pode ?

- Porque não pode !

No Brasil se costuma tratar essa situação dessa forma. As coisas simplesmente não podem e muita gente não sabe explicar porque elas não podem. Quando alguém se atreve a tentar de modo mais racional explicar o motivo, não é capaz de dar eficaz resposta, já que até onde sei existem coisas que simplesmente não tem explicação inata desperta aos nossos olhos, algo que grite aos ouvidos daqueles que desejam ouvir: é por isso, isso e isso.

Quando falamos em separar uma região qual é o primeiro motivo suscitador de grande polêmica ? É quanto que quem não deseja se separar vai perder econômicamente. O Brasil, vê assim São Paulo, dentro dos papeis que deveríamos representar dentro da federação e é assim que, por exemplo, parte da sociedade e o governo boliviano analisa o caso da região de Santa Cruz de La Sierra e a Nação Camba.

Ora, cabe então àqueles que tem interesse, de não mais sofrer com as injustiças que tais situações provocam, lutar pela mudança dessa situação. Cabe a nós todos, paulistas, libertar o nosso povo dessas relações penosas com o Brasil.

Libertar significa aqui trilhar qual caminho ? Romper de modo a preservar absoluta soberania do país dos paulistas frente ao Brasil ao propôr a libertação por vias que podem fornecer mais vantagens a ambos os Estados ?

A instalação de um novo modelo de administração que vise tão somente a descentralização das ações governativas sobretudo ao âmbito dos estados e municípios, alterando algo que já se mostrou ser ineficiente e injusto para as realidades apresentadas pelo Brasil, a federação, nos moldes como até hoje conseguimos aplicar, para um modelo confederativo, cedendo maiores funções aos estados para se auto gerir, em questões que interessam somente a si e a nenhum outro ente confederado.

O que proponho já existe. O melhor exemplo é o Reino Unido.

Formado pelo País de Gales, pela Inglaterra, Escócia além da Irlanda do Norte, essas nações constituem o Reino Unido, além de outros territórios menores, como a Ilha de Man, que é associado com um status de membro confederado. Tem se devida autonomia para defender amplamente medidas legais que são justa e plenamente aplicáveis às realidades locais e não a toda União.

Separação ou confederação ? O que melhor se aplicaria ao caso São Paulo - Brasil ?

Acredito que a instituição de Confederação de Estados Livres Associados é a melhor solução. Com isso seriam eliminados entraves de carácter econômicos, legais e práticos a todos os povos que delam participariam. Basta observar como a geo política tem moldado as relações entre todos os países na atualidade. A tendência é a união - com ampla responsabilidade - entre povos e a formação de blocos econômicos. Nafta, Mercosul, União Europeia. Não quero criar fronteiras, entraves ou barreiras, desejo ver justiça em seus limites e o que vemos no Brasil é a injustiça nos limites dos poderes da administração central frente ao regional.

Artigo de Julio C S Bueno

Hino nº 35 em Italiano

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Cantado em italiano, por um tenor. Hino nº 35 do Hinário nº 4 da CCB

Camisetas da Campanha da Dilma...

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| CIDADE DE S. PAULO | Enchentes em S ão Paulo: Décadas de 50 e 60 ( com ônibus )

 

Assunto: | CIDADE DE S. PAULO |: Enc: Enchentes em S ão Paulo: Décadas de 50 e 60 ( com ônibus )

Para aqueles que gostam da História das cidades  ( e dos ônibus também !!! )


 
 Marginal Tiete 1960



Túnel do Anhangabaú 1963




Av 9 de Julho
Vale do Anhangabaú 1967

Rua Teixeira Leite 1956

Av Cruzeiro do Sul 1957


 
 
 

 



 


 

 

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Tramway de Santo Amaro

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A Ladra Estela ... por OLAVO DE CARVALHO!!!

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Subject: A Ladra Estela ...por OLAVO DE CARVALHO!!!.
Date: Thu, 9 Sep 2010 11:24:47 -0300

REPASSANDO COMO RECEBI 
Já está tão conhecido que nem surpreende mais... e ela participou de vários cargos públicos...
A Ladra Estela (DILMA ROUSSEFF)...por OLAVO DE CARVALHO!!!.

Repasse

Isso é uma vergonha!!!!!!!!!!!!!!!!! 

Está rolando na Rede!

Infelizmente os Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (Policiais, Professores e Demais) devem votar nesta "Cidadã"...
As consequências virão depois e não adianta dizer que não sabiam...


"Em nome de um Estado praticante de uma política de hegemonia ideológica”

Do Livro Negro do Comunismo

É exatamente em nome de uma doutrina, fundamento lógico e necessário do sistema, que foram
massacrados dezenas de milhões de inocentes sem que nenhum ato particular possa lhes ser censurado, a menos que se
reconheça que era criminoso ser nobre, burguês, kulak, ucraniano, ou mesmo trabalhador ou... membro do Partido
Comunista.

CASTELOS MEDIEVAIS: Austeridade, luta e grandeza, o apanágio de Ronneburg

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Castelos medievais

CASTELOS MEDIEVAIS: Austeridade, luta e grandeza, o apanágio de Ronneburg

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Austeridade, luta e grandeza, o apanágio de Ronneburg

Posted: 20 Apr 2010 06:40 AM PDT

No castelo Ronneburg não longe da fronteira com a Áustria, pude dar-me conta do que é um autêntico castelo medieval.

Diferentemente dos castelos renascentistas — Fontainebleau, Chenonceau, mesmo Versailles e tantos outros — que à primeira vista nos encantam pela beleza, arte e bom gosto, o impacto produzido na sensibilidade por Ronneburg é de austeridade, luta, grandeza trágica e sublimidade.

Já a acolhida foi impactante. O fato de não haver turistas foi uma circunstância altamente favorável para podermos sentir mais autenticamente a alma do castelo.

Sim, Ronneburg tem alma, porque a alma da Idade Média ainda se faz presente ali.

Em Ronneburg percebem-se as características potentes do apogeu medieval (séc. XIII) como que latejando de vitalidade.

Os aspectos estuantes de energia, fortaleza e vida que se vislumbram nesse castelo, a seu modo um símbolo da Cristandade de outrora, produzem um frêmito de alegria e entusiasmo.

Ronneburg é uma portentosa amostra da luta contra os fatores adversos, que a civilização cristã teve que vencer e superar para realizar-se.

O castelo ainda evoca os combates contra as incursões inimigas, pobreza dos meios, dificuldade das construções e da sobrevivência numa natureza árdua; também a sublimidade das almas penetradas por uma fé que move as montanhas, com a inocência de uma criança e a determinação de um guerreiro.

As muralhas do castelo com suas seteiras dão testemunho da vigilância e da prontidão de espírito que era preciso ter para viver naquela época, a um tempo terrível e sublime.

A construção do castelo deu-se antes do ano 1231, numa colina escarpada, durante o reinado de Gerlach II, da dinastia dos Staufen.

É dessa época a “grande adega de vinhos”. A base da portentosa torre de pedra, com o calabouço, data da metade do século XIII.

Os habitantes das regiões circunvizinhas — Budingen, Selbold e Eckartshausen — tinham a seu cargo, cada uma, manter partes do castelo, mas possuíam também o direito de nele se refugiar, em caso de perigo.

Ao longo dos séculos Ronneburg passou por todo tipo de vicissitudes e transformações: foi sede de governo comunal, sofreu incêndios, teve partes demolidas e outras construídas, serviu como praça forte, como refúgio dos camponeses das redondezas durante ataques inimigos, e até como prisão de bandidos, guardando entretanto as marcas indeléveis de sua origem.

Um dos problemas que os construtores tiveram de enfrentar era o de abastecer de água o castelo. Para isso foi perfurado um poço, que até hoje lá se encontra, com cerca de 100 metros de profundidade, três vezes maior que a altura da torre.

O nível da água encontra-se a 12 metros no fundo do poço. Fizemos a experiência: da borda do poço, jogamos uma pedrinha e demorou um bom tempo para ouvirmos seu choque com a água. Lá está todo o aparelhamento de cordas, sarilho e balde adequados para retirar a água.

As dependências reservadas à família do castelão são naturalmente mais cuidadas, e já indicam sintomas da civilização requintada que então nascia. Mas a cozinha originária, com sua rusticidade e seu enorme pitoresco, ainda permanece.

As janelas gradeadas põem em evidência a preocupação com a defesa do castelo, tão necessária naqueles tempos de perigos e de lutas, de fé e de heroísmo.

A beleza que sobressai em Ronneburg não é a da arte, mas sim a das almas fortes e piedosas que produziram o apogeu da Idade Média, época que mereceu do Papa Leão XIII o magnífico elogio:

“Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados, [...] a influência da sabedoria cristã e sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas a categorias e todas as relações da sociedade”.

(fonte: Gregorio Vivanco Lopes, em “Catolicismo”, fevereiro de 2010)




É saudável assistir TV ?

Muitos dos leitores desse blog sabem que eu sou membro da Congregação Crsitã no Brasil, uma igreja que claramente recomenda aos seus fiéis que estes se abstenham de ter aparelhos de televisão em casa, todavia sempre tive este aparelho em minha residência e ainda tenho. Qual o motivo da CCB recomendar que não se assista TV ? Simplesmente pela grande maioria da programação ter uma qualidade bastante reprovável e disto muito pouco ou nada se aproveitar.

Nos links que estão aí na barra lateral poderão ver um para a página de Valdemar Setzer, um emérito professor da USP, membro da Sociedade Antroposófica e grande entusiásta da pedagogia Waldorf . Logo no título de seu site é possível ler : "Deixe as crianças serem infantis:não lhes permita o acesso a TV, jogos eletrônicos, computadores e Internet!" .

Sem entrar em questões teóricas, mas o professor Setzer sempre fala de um fato: TV da sono em qualquer um que a assista por mais de 5 minutos consecutivos. É, faça um teste, fique uns dias sem ver TV, vá ler e ouvir o rádio. Não é só a péssima programação que faz mal, mas também como os feixes de luz da tela acertam nossos olhos.

Eu sempre falo a minha mãe: " Se a senhora tivesse tirado a TV de mim aos 7 anos, já teria escrito 4 livros fácil, fácil".

Se um dia tiver filhos, farei o máximo para que ele não tenha acesso a tanta parafernália tecnológica, somente o necessário.

Se aproveita muito mais a vida.

OBS.: Se alguém tentar fazer alguma ilação entre a Congregação e a Antroposofia ou até mesmo com a pedagogia Waldorf é cafajestada. Citei a CCB por ser uma experiência pessoal.

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